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Mostrando postagens de Novembro, 2013
A ansiedade da vida adulta começa a pesar nos ombros. Sinto falta de ter um dia dedicado ao ócio, sem sentir peso na consciência por alguma obrigação que deixei de cumprir.
As pessoas passam por mim com tanta pressa. Tantos sorrisos cansados. Me preocupo com elas - e comigo. Porque, talvez, eu seja assim daqui a dois, três anos. E rivotril. 
Gosto da casa silenciosa, de conseguir ouvir os ponteiros do relógio da cozinha. Mas, se fico sozinha por tempo demais, já começo a me sentir triste e cansada.
Eu vivo cansada. E talvez essa seja a maior verdade dita sobre mim nesses últimos tempos.